


Renato Costa
Era sábado, dia 20 de dezembro de 2008. Às 13h30m uma van saía da esquina da Rua Sousa Lima com a Av. Nossa Senhora de Copacabana com destino a um bairro afastado de um dos municípios mais pobres do Estado do Rio de Janeiro. Nessa van seguiam algumas associadas e associados da Instituição Espírita Joanna de Ângelis que quiseram participar da Festa de Encerramento da nossa obra assistencial, aquela que é a própria razão de ser de nossa Instituição, a Escola Espírita Joanna de Ângelis.Devido a obras na Via Dutra, a viagem demorou bem mais que o esperado e acabamos chegando na escola, situada na Rua Dona Aisa, 232 a 235 no bairro Santa Amélia, em Japeri, RJ, já passava das 3 h da tarde. Nossa presidente Terezinha tinha chegado cedo para cuidar de todos os detalhes de modo que tudo funcionasse perfeitamente. Recebeu-nos com aquela disposição costumeira e, após estarmos todos à vontade, levou-nos às salas de aula de cada série, onde as alunas e os alunos, para nossa grata surpresa, tinham uma canção ou uma declamação para nos receber. As canções e declamações que ouvimos foram a forma singela e pura com que aquelas crianças e adolescentes agradeceram a todas as associadas e associados da nossa Instituição pela contribuição que possibilita a existência da escola. Ordeiros em sua conduta e bem ensaiados em suas mensagens, eles mostravam o efeito que tem uma educação completa, que visa educar a mente sem descuidar do espírito. A seguir, fomos para o ginásio coberto onde as alunas e os alunos ganhariam os presentes que tinham recebido das madrinhas e dos padrinhos que tinham escolhido seus nomes nas listas que ficaram disponíveis na secretaria da sede de Copacabana. Os formandos estavam todos “embecados”, os outros estavam com o uniforme da Escola. Ficaram todos sentados e receberam seus presentes felizes, conversando e brincando mas sem fazer tumulto, mantendo a formação. Depois da entrega dos presentes fomos ao auditório onde seriam diplomados os formandos. Na frente, junto ao palco, o Beto, que, para quem não conhece, é filho da Terezinha e grande colaborador da obra, tocava teclado e, para a surpresa de alguns que desconheciam esse seu talento, cantava com uma bela voz. A boa música e a forma descontraída do Beto ajudaram a tornar o ambiente alegre e levemente informal.Uma simpática apresentadora conduzia a cerimônia, que se iniciou com a entrada no auditório da turma do CA, seguida pela turma do Jardim. Os pequenos vieram, alinhados em duas filas e caminharam, ordeiros, desde a entrada do salão até as primeiras fileiras do lado esquerdo que estavam reservadas para eles. Pais e mães, atentos e orgulhosos, acompanhavam com o olhar suas filhas e filhos. A seguir, Terezinha fez uma prece comovida agradecendo a Jesus e a Joanna de Ângelis pelo sucesso de mais uma formatura. Após a prece, todos ficaram de pé para a execução do Hino Nacional, que foi cantado pelos alunos, professores e público, destacando-se a alegria e a empolgação dos pequenos, que cantavam a plenos pulmões e com sorrisos estampados no rosto. Os pequenos cantaram ainda um agradecimento a Jesus e, a seguir, uma representante de cada turma declamou uma mensagem, sendo em seqüência entregues os diplomas. Foram quatro os diplomados na 8ª série, três moças e um rapaz. O professor André Luiz , paraninfo do grupo, fez uma breve exortação aos jovens e depois cantou uma música de sua autoria, tocando violão, com o acompanhamento do Beto no teclado.Outros momentos de destaque na cerimônia foram um aluno que tocou violino, outro que tocou flauta e o encontro emocionado entre Terezinha e dois alunos da primeira turma de 8ª série formada pela escola . Encerrada a cerimônia, Terezinha nos levou para fazer um gostoso lanche e partimos de volta ao Rio, felizes por termos testemunhado o lindo trabalho de amor que é a Escola Espírita Joanna de Ângelis, desenvolvendo crianças e adolescentes saudáveis, bonitos, educados e ordeiros, o embrião de cidadãos e cidadãs do jeito que o Brasil precisa, Espíritos sendo preparados não só para crescer na vida material mas, também, para evoluir na senda da moralidade.Se você que lê este relato ainda não contribui para a nossa Instituição, esperamos que, vendo nossas crianças e adolescentes, cujo sucesso na vida tanto depende de nossa ajuda, se decida por abraçar conosco essa linda obra de amor.
Era sábado, dia 20 de dezembro de 2008. Às 13h30m uma van saía da esquina da Rua Sousa Lima com a Av. Nossa Senhora de Copacabana com destino a um bairro afastado de um dos municípios mais pobres do Estado do Rio de Janeiro. Nessa van seguiam algumas associadas e associados da Instituição Espírita Joanna de Ângelis que quiseram participar da Festa de Encerramento da nossa obra assistencial, aquela que é a própria razão de ser de nossa Instituição, a Escola Espírita Joanna de Ângelis.Devido a obras na Via Dutra, a viagem demorou bem mais que o esperado e acabamos chegando na escola, situada na Rua Dona Aisa, 232 a 235 no bairro Santa Amélia, em Japeri, RJ, já passava das 3 h da tarde. Nossa presidente Terezinha tinha chegado cedo para cuidar de todos os detalhes de modo que tudo funcionasse perfeitamente. Recebeu-nos com aquela disposição costumeira e, após estarmos todos à vontade, levou-nos às salas de aula de cada série, onde as alunas e os alunos, para nossa grata surpresa, tinham uma canção ou uma declamação para nos receber. As canções e declamações que ouvimos foram a forma singela e pura com que aquelas crianças e adolescentes agradeceram a todas as associadas e associados da nossa Instituição pela contribuição que possibilita a existência da escola. Ordeiros em sua conduta e bem ensaiados em suas mensagens, eles mostravam o efeito que tem uma educação completa, que visa educar a mente sem descuidar do espírito. A seguir, fomos para o ginásio coberto onde as alunas e os alunos ganhariam os presentes que tinham recebido das madrinhas e dos padrinhos que tinham escolhido seus nomes nas listas que ficaram disponíveis na secretaria da sede de Copacabana. Os formandos estavam todos “embecados”, os outros estavam com o uniforme da Escola. Ficaram todos sentados e receberam seus presentes felizes, conversando e brincando mas sem fazer tumulto, mantendo a formação. Depois da entrega dos presentes fomos ao auditório onde seriam diplomados os formandos. Na frente, junto ao palco, o Beto, que, para quem não conhece, é filho da Terezinha e grande colaborador da obra, tocava teclado e, para a surpresa de alguns que desconheciam esse seu talento, cantava com uma bela voz. A boa música e a forma descontraída do Beto ajudaram a tornar o ambiente alegre e levemente informal.Uma simpática apresentadora conduzia a cerimônia, que se iniciou com a entrada no auditório da turma do CA, seguida pela turma do Jardim. Os pequenos vieram, alinhados em duas filas e caminharam, ordeiros, desde a entrada do salão até as primeiras fileiras do lado esquerdo que estavam reservadas para eles. Pais e mães, atentos e orgulhosos, acompanhavam com o olhar suas filhas e filhos. A seguir, Terezinha fez uma prece comovida agradecendo a Jesus e a Joanna de Ângelis pelo sucesso de mais uma formatura. Após a prece, todos ficaram de pé para a execução do Hino Nacional, que foi cantado pelos alunos, professores e público, destacando-se a alegria e a empolgação dos pequenos, que cantavam a plenos pulmões e com sorrisos estampados no rosto. Os pequenos cantaram ainda um agradecimento a Jesus e, a seguir, uma representante de cada turma declamou uma mensagem, sendo em seqüência entregues os diplomas. Foram quatro os diplomados na 8ª série, três moças e um rapaz. O professor André Luiz , paraninfo do grupo, fez uma breve exortação aos jovens e depois cantou uma música de sua autoria, tocando violão, com o acompanhamento do Beto no teclado.Outros momentos de destaque na cerimônia foram um aluno que tocou violino, outro que tocou flauta e o encontro emocionado entre Terezinha e dois alunos da primeira turma de 8ª série formada pela escola . Encerrada a cerimônia, Terezinha nos levou para fazer um gostoso lanche e partimos de volta ao Rio, felizes por termos testemunhado o lindo trabalho de amor que é a Escola Espírita Joanna de Ângelis, desenvolvendo crianças e adolescentes saudáveis, bonitos, educados e ordeiros, o embrião de cidadãos e cidadãs do jeito que o Brasil precisa, Espíritos sendo preparados não só para crescer na vida material mas, também, para evoluir na senda da moralidade.Se você que lê este relato ainda não contribui para a nossa Instituição, esperamos que, vendo nossas crianças e adolescentes, cujo sucesso na vida tanto depende de nossa ajuda, se decida por abraçar conosco essa linda obra de amor.




